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22 October 2009 @ 06:36 pm
 




 ... / enquanto já um fim acena


 
 
01 September 2009 @ 03:29 pm
 




long as a lifetime after
barely understanding the lights
learn
walk again
look
feel
never the same
ahead
always ahead
in between
blinding flashes

 
 
18 December 2008 @ 01:12 am
 



Que jamais se cruzem os caminhos
Que não mais o grito seria calado
Corpo estranho, que plantado nasce
Sem nome nem forma nem cor ou verdade
E o longe, será sempre perto demais!
 
 
15 December 2008 @ 02:30 am
 

 

 
Then one day
A magic day he passed my way
And while he spoke of many things
Fools and kings
This he said to me
The greatest thing
You'll ever learn
Is to love
And be loved in return
 

 
 
08 December 2008 @ 12:13 am
 
 
Light after darkness, gain after loss
Strength after weakness, crown after cross
Sweet after bitter, hope after fears
Home after wandering, praise after tears
Sheaves after sowing, sun after rain
Sight after mystery, peace after pain
Joy after sorrow, calm after blast
Rest after weariness, sweet rest at last
Near after distant, gleam after gloom
Love after loneliness, life after tomb
After long agony, rapture of bliss
Right was the pathway,
Leading to peace.
 
 
14 January 2008 @ 08:38 am
 




don't turn around,
don't turn around again
don't turn around
don't look back
 
 
11 January 2008 @ 08:36 am
 






 
 
 
26 November 2007 @ 04:56 pm
 





e espaço... muito
com tudo de nada
e sem nada do tempo
só espaço
muito
muito



 
 
22 November 2007 @ 05:44 pm
 





'
Temos de aprender a viver com a medida plena de incerteza.
Não há última palavra.
Isso,
é o silêncio
debaixo do excesso de palavras
do nosso tempo.
'
 
 
22 November 2007 @ 04:38 pm
 







Fingers too numb to feel
Squeeze the handle
Blow out the candle
Love is blindness...  
A little death
Without mourning

 
 
21 November 2007 @ 11:06 pm
 

as coisas vulgares que há na vida
não deixam saudade
só as lembranças que doem
ou fazem sorrir





 
 
 
14 November 2007 @ 12:33 pm
 

'
murmurs behind the cart of hay
a summer day is coming.
'


 
 
10 November 2007 @ 07:04 pm
 

scents
and silence
'tll tomorrow comes





 
 
 
07 November 2007 @ 03:38 pm
 

 




Day is almost done
Earth spreads
I stretch
Two lines set against the slipping sun
And I'll make my way
To where the warm scent of soil
Fills the evening air

Everything is waiting quietly out there ...



 
 
06 November 2007 @ 09:20 am
 

ahead
somewhere ahead
we will run, and dance, and play
you will look
you will smile
"O que...?"
"Que Amanhã, vai ser lilás!"
somewhere ahead
it is there.
in between
just walk the path
don't cross the line
breath

Take It....





 
 
05 November 2007 @ 05:53 pm
 





I slept
while thunderous waterfalls flooded narrow sidewalks
the nervebreaking silence seemed distant relic
when dragonflies used to enjoy
the kindness of fading lullabies
I slept
while in the hills cities clashed for an obsolete reason
betrayal and treason

 
 
05 November 2007 @ 01:08 pm
 





and in the end
as you once said
you find yourself
cold, lost and exposed.

yet
a deeply carved  knife
wasn't sharp enough to kill
but strong enough to take
piece by piece
day by day
a little more of all that was
one after another
until you realize
that in the end
you wont find yourself at all.

Search inside
only there you'll find that Peace.

 
 
15 October 2007 @ 08:14 am
 

yes baby girl,
I'll play with you
we will always create melodies together
those only we know
those only we understand
the same way we always did
for as long as you ask me to
and we smile...
Always.



 
 
12 October 2007 @ 03:33 pm
 

muito acima das nuvens seja o centro
das nossas misteriosas poéticas
o irresistível anseio de viajar
um só movimento trabalhado à mão
nos ermos mais altos
mais desaparecidos





 
 
06 October 2007 @ 10:07 pm
 
 


caught fire and burned
all around
..til there was nothing left to burn
yet all to see
as all to feel

 
 
24 September 2007 @ 06:00 am
 

I’ll meet you in the morning when you wake




 
 
19 September 2007 @ 07:28 pm
 

dou-te
um nome de água
para que cresças no silêncio





 
 
30 August 2007 @ 03:59 pm
 




 
 
23 August 2007 @ 09:49 am
 






And if the night runs over
And if the day won't last
And if your way should falter
Along this stony pass

It's just a moment
 
 
20 August 2007 @ 05:53 pm
 







in your path
may you always find an open window
in your heart
the courage to look inside
and if the colors taste like life
dive, as deep as you can
feel the universe that lies behind
yet, never forget
take off all that is covering  you
as a guide,
only the clear ways to your essence
naked, exposed, unarmed
maybe the only way worth diving
into that one open window.
and then, only then
you will finally find your way
as the journey,
the real journey
will always  be the one
you make

through the ways
within yourself


 
 
18 August 2007 @ 08:16 am
 






Just a time within a time
Just a scheme within a scheme
A little world within a world
Yes, a dream
Just a dream

 
 
13 August 2007 @ 04:48 pm
 

se na sombra me encontro
nao é por me ter abandonado a luz
mas porque é lá
que a minha alma repousa

no frio da escuridão
aqueço a minha eternidade

e tudo se esvai
num segundo








 
 
06 August 2007 @ 04:47 pm
 



 

'
é o tempo parar e eu próprio duvidar
mas sem pensar  se o tempo existe
se existiu alguma vez
e nem mesmo meço a devastação
de um passado

'
 
 
06 August 2007 @ 12:23 pm
 






descubro esse contrário
que em si mesmo se abre:
ou alegria ou morte.
silêncio e sol
verdade
respiração apenas.




 
 
05 August 2007 @ 02:48 pm
 





So close that your hand on my chest is my hand
So close that your eyes close and I fall asleep


 
 
01 August 2007 @ 12:20 am
 

because somethings still remained

untouched




 
 
23 July 2007 @ 06:42 am
 







'
mas.... nada trazes contigo?

    tenho as mãos e os olhos
    que sentem o que não é dito
    e te contam o que queres saber
    os ouvidos e a boca
    para te ouvir, qundo o quiseres
    e sorrir-te, ao acordares de um sonho mau
    guardados em mim, caminhos feitos de azul
   
onde o coração é sempre guia
    num mapa de tempo sem horas
   
    dás-me a mão?
'
 
   
   
 
 
15 July 2007 @ 05:04 am
 





e camadas de musgo
que  cada dia crescendo
cobrem qualquer sinal
do que um dia foi nudez
num qualquer tempo
difuso


 
 
13 July 2007 @ 08:28 pm
 





there was a time....
 
 
13 July 2007 @ 07:37 pm
 
mesmo que não sejas real
ou sejas quem não previ
hei-de inventar-te

sempre
 
 
10 July 2007 @ 06:50 pm
 



 
 
10 July 2007 @ 06:47 pm
 





há uma hora de fogo para o azul
a hora em que te encontro
e não te encontro


ma
 
 
10 July 2007 @ 12:56 am
 





Em todas as ruas te encontro
                Em todas as ruas te perco

 
 
10 July 2007 @ 12:02 am
 




 
 
09 July 2007 @ 11:52 pm
 






 
 
04 July 2007 @ 02:54 pm
 





assim quero que possa ser sempre
vou onde o vento me leva
e não me sinto pensar



 
 
22 June 2007 @ 07:37 pm
 






experimento um grito

contra o silêncio





 
 
18 June 2007 @ 12:36 am
 






por entre aquilo que agora é
e o todo que não chegou a ser
fracções de tempo tornado vazio
tão cheio de espaços pintados
a cores difíceis de reconhecer

chamam-lhe cores de dor, magoa
ressentimento, engano talvez.

mas todas essas são constantes
na paleta entendível de cada dia
aprendidas no início do primeiro caminho
revividas a cada fim de todos os outros
anunciam-se em dias sem sol
porque feitas do que também a vida o é

estas, as que pintam o tempo fraccionado
nascem de uma qualquer outra realidade
paralela a algum caminho antes percorrido
pigmentos de lágrimas que não de sal
e cheiros de pele, mascarados de estrelas sem luz

porquê então não as diluír em esquecimento
e simplesmente torná-las  folhas de chá
com sabor a quente, e amahã?




 
 
16 June 2007 @ 08:46 pm
 


trazias em ti sempre suspenso
outro jardim possível e perdido





 
 
13 June 2007 @ 07:13 pm
 




'.... e uma rede de malha branquinha ... '

e em que tempo terei escondido todas as guitarras?
e não estão os cavalos lá, onde sempre estiveram?
e as plantas deixaram de ouvir?
e metades tornadas metades de metades?
ou talvez apenas a momentary lapse of reason /


 
 
12 June 2007 @ 05:28 pm
 
Só o rumor do mar permanecera em casa
E sabias a sal, e cheiravas a limos






 
 
12 June 2007 @ 04:42 pm
 




e os instantes em ti eram eternos
de possibilidades e suspensão

desejei que fosses sombra e folhas
no limite sereno desta praia

 
 
07 June 2007 @ 12:39 pm
 



why?

 
 
07 June 2007 @ 12:28 pm
 



inside
should be the universe
where all shades of blue
have a place called home
always.



 
 
07 June 2007 @ 10:39 am
 



apenas falassem os olhos
um tanto do que as mãos dizem
que não sabem aprender
o grito do que não são
talvez fossem então pequeninas
todas as palavras usadas


 
 
 
 

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